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Além de um oráculo: Tarot de Ação Psiônica Pulsada©

Tarot Psiônico de Ação Pulsada©

Tarot Psiônico de Ação Pulsada©

Nossa experiência de mais de 10 anos como tarólogo e operadores de mesa radiônica nos fez perguntar se haveria um meio de ir além do que o Tarot convencional e outros oráculos forneciam. Nossas pesquisas levaram à construção do Tarot Psiônico de Ação Pulsada©.

Os oráculos têm a função de apontar caminhos. Normalmente, as pessoas buscam um oráculo num momento de suas vidas onde procuram uma resposta, em geral sobre um evento que vai ocorrer no futuro e desejam antecipar o que vai acontecer.

A partir do que o oráculo diz, tomam ou não uma decisão, agindo ou aguardando o inevitável.

Entretanto, raros são os oráculos que permitem uma intervenção na realidade da pessoa que faz a consulta. Isso é o remédio que normalmente vem de outra fonte, por exemplo, um médico, um advogado, um terapeuta ou um mago.

A proposta do Tarot de Ação Psiônica Pulsada© é justamente ir além dos oráculos mais comuns. Ele também faz o papel da outra fonte, auxiliando o tarólogo nos processos evolutivos de quem está fazendo a consulta.

Mas, mais do que isso, ele pode ser usado como um instrumento único em uma consulta, apontado caminhos, fazendo diagnósticos e dando uma solução de ordem energética ao problema apresentado.

Origem

O Tarot de Ação Psiônica Pulsada© é um Tarot emissor-modulador de energia, projetado a partir símbolos usados nas mesas radiônicas criadas por Régia Prado.

O Tarot de Ação Psiônica Pulsada não é só um instrumento de diagnóstico ou um simples oráculo, mas também um instrumento de intervenção na realidade da pessoa que consulta, de forma harmônica e equilibrada, através da emissão por meio de seu operador de frequências.mesas_radionicas_1

Suas bases são as ferramentas as Mesas Radiônicas de Régia Prado, organizadas por Alvaro Domingues em um Tarot, com elementos da Rede Cristalina, da Mesa Radiônica Quântica, da Mesa de Ambientes e consolidadas na Mesa Psiônica Universal (MPU).

Uma definição simples de mesa radiônica é um tabuleiro onde estão dispostos elementos, símbolos que reúnem de forma abstrata a informação neles contida que serão exploradas pelo operador, traduzidas e enviadas para o interagente com o objetivo de alterar o entrelaçamento energético e informacional que o problema trazido para a consulta contém.


Os três níveis de ação

O baralho é constituído por três naipes de 14 cartas, sendo um para a Mesa Radiônica Quântica, outro para a Rede Cristalina e outro para a Mesa de Ambientes.

O Tarot de Ação Psiônica Pulsada trabalha em três níveis de ação: Eu com o Ambiente, Eu e minhas relações e Eu comigo mesmo.

Tarot Psionico - Naipes

O primeiro nível, de cor verde, Eu com o Ambiente, ou simplesmente Ambiente, está relacionado com a Mesa Radiônica para Ambientes e está ligado à nossa vida do dia a dia a partir dos ambientes em que vivemos, começando por nossa casa. Tem por base conceitos extraído do Feng Shui, da Geobiologia e da Geometria Sagrada, entre outros.

Naiape Mesa de Ambientes

O segundo nível, de cor azul, Eu e minhas relações, ou simplesmente Relações, está associado à Mesa Radiônica Quântica, tento por base as nossas relações com as pessoas e o meio externo a nós, como a escola, o trabalho, os amigos e a família. Aqui também está a nossa saúde física e mental e espiritual. Agrega conceitos de várias técnicas terapêuticas como, florais, radiestesia, Geometria Sagrada, terapias holísticas e a Física Quântica.

 

carta mesa radionica trisquel

O terceiro nível, de cor azul celeste, Eu comigo mesmo, tem por base a mesa Rede Cristalina. É o “conhece a ti mesmo” dos gregos e a base de toda evolução pessoal. Neste nível, vai-se à camada mais profunda do self do interagente.

carta mesa rede cristalina flor da vida

 

Os conjuntos azul e verde são compostos por cartas de ferramentas e portais. As cartas azuis celestes são divididas em ferramentas, elementos e redes.

As cartas tanto podem ser usadas para diagnóstico como para emissão energética. Elas podem ser de limpeza, proteção ou de ação. As cartas de ação seriam cartas onde uma ferramenta é aplicada na vida do interagente, com uma intenção de mudança nos padrões comportamentais, no ambiente ou nos processos relacionais.

Emissão de frequência ou energias

A termo psiônico empregado para nomear este Tarot foi escolhido porque pressupõe uma atuação energética do operador. Este termo foi empregado na parapsicologia para designar as energias produzidas pelo cérebro humano, capazes de gerar fenômenos paranormais (fenômenos psi: clarevidência, premonição, telepatia e psicocinese).

Após a escolha das cartas e a sua leitura o tarólogo emitirá uma energia na forma de uma onda psi dentro de uma frequência modulada com a intenção do operador e pelos símbolos das cartas. (Não se trata de um conceito físico, mas uma metáfora para explicar o funcionamento das cartas).

Em outras palavras a energia ou frequência modulada foi emitida e enviada pelo tarólogo ao interagente (consulente), por meio das cartas do Tarot.

O Tarot de Ação Psiônica Pulsada em si mesmo não pode emitir nada. Sem a presença de um tarólogo ou operador é um mero maço de cartas. A sua função é ser inicialmente um guia para o operador realizar sua interpretação em uma leitura e, num segundo momento, um filtro para modular e direcionar as energias captadas ou emitidas pelo tarólogo.

Quem emite, capta ou transmuta é o tarólogo. As cartas são somente um instrumento modulador. O termo psiônico escolhido para descrever o Tarot mostra exatamente isso: a energia mental que todos nos possuímos e o ato de manipular o Tarot apenas ajuda a direcionar esta capacidade.

Ação Psiônica

Os conceitos do Tarot de Ação Psiônica Pulsada podem ser aprendidos rapidamente mesmo para quem nunca tenha manipulado um Tarot ou uma mesa radiônica. Embora tenha como origem as ferramentas das Mesas Radiônicas RP, funciona tanto de forma independente como em conjunto com elas.

Ele também pode ser usado em conjunto com Tarots convencionais e outros oráculos e terapias alternativas.

A vantagem principal deste Tarot é que em vez de apenas lermos o que o destino reserva ao consulente (interagente), podemos agir de forma direta permitindo que a energia flua mais livremente podendo levar a uma mudança de resultados.

Depoimentos (coletados do grupo do facebook Taro de Ação Pulsada. Em Movimento)

Wedy Julia Bossi O Tarô Psiônico de Ação  Pulsada tem sido de grande importância nos meus estudos e ao executar as mesas. As vezes me surpreendo com a rapidez dos resultados. Realmente o trabalho se estende e firma mais com ele. As curas estão acontecendo de forma extraordinária pela ação desse Taro. Todos os tipos de cura que venho trabalhando em nome do Sagrado. Processos em justiça, mágoas, tentativa de suicídio, situações diversas. Gratidão a Régia R Prado e a Alvaro Domingues.

Ida Maria Mello Schivitz Embora há muitos anos eu use vários oráculos como Tarô, I Ching, Runas, Cartas Ciganas, há muito pouco tempo aprendi o “Tarô Psiônico de Ação  Pulsada” bem como a “Mesa Radiônica Quântica” (Azul) e ( RP), de Regia Prado. Tenho utilizado como método, após a aplicação da Mesa solicitar que o interagente retire três cartas do Tarô. Tenho invariavelmente constatado que são retiradas cartas, pelo interagente, com as ferramentas apontadas pelo pêndulo e trabalhadas na Mesa. Ainda ontem, dia 22/10/2017 aconteceu este fato novamente. Acredito que o Tarô confirma o trabalho realizado na Mesa.Também o uso para completar o Tarô de Crowley, verificando que ele aponta caminhos muito específicos aprofundando ao Crowley.

Katia Ferraz Tenho atuado de diversas formas com o Taro Psiônico de Ação Pulsada. Tanto nos meus atendimentos apenas de Tarot convencional como nos de mesa radiônica e tenho feito da seguinte forma. Quando o atendimento é apenas a leitura noto que a repetição de algumas cartas me faz abrir o Tarot Psiônico de Ação pulsada para entender melhor a situação. Como num caso amoroso onde pelo Taro Psiônico de Ação Pulsada verifiquei que se tratava de um amor de outras vidas e as vibrações estavam vindo de outras dimensões. Ao programar as energias corretas pela leitura do tarot de luz pulsada a situação se normalizou e a interagente ficou muito satisfeita com o desenrolar da história dias depois. O efeito transformador é mesmo espetacular.

Rutinha Cafaro  Através do Tarô Psiônico de Ação  Pulsada consegui transmutar a energia super negativa das pessoas e do local de trabalho, porém, após um tempo, comecei a enviar energia e fazer o Tarô Psiônico de Ação Pulsada para que se abrisse uma nova oportunidade de emprego, me chamaram para uma entrevista na quarta e vou começar na segunda feira emprego muuuito melhor com pessoas positivas, leves do jeito que pedi.

Como adquirir o Tarot Psiônico de Ação Pulsada©

O Tarot Psiônico de ação Pulsada está disponível para o Brasil e Portugal. Para outros países é necessário verificar condições de envio e pagamento, mas já temos clientes na Argentina, na Inglaterra e Itália.

Ele está sendo vendido no Brasil por R$120,00, com frete registrado incluso e em Portugal, por €40,00..

Para maiores informações e reservas, escreva para:

Alvaro Domingues & Régia Prado

contato@alvarodomingues.com

Informe no texto do seu e-mail seu nome e endereços completos, com código postal e país.

 
Alvaro Domingues & Régia Prado

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O Tarot Psiônico, as Mesa Radiônicas e o Arquétipos

A partir do momento que eu coloquei o Tarot Psiônico de Ação Pulsada, algumas perguntas surgiram:

  • Qual seria a relação do Tarot Psiônico de Ação Pulsada com os arquétipos junguianos?

  • E a Geometria Sagrada, que relação tem com ele?

  • Onde estão as figuras dos arcanos maiores neste Tarot?

Vi então que este artigo era necessário. Não vou responder uma a uma mas deixarei claro os conceitos que o embasam. Alguns estiverem na minha mente e na de Régia Prado de forma consciente e outros, como todo processo criativo, de forma inconsciente.

Arquétipo

O termo arquétipo tem uma gama de interpretações variadas e algumas até equivocadas. Vou tentar resgatar um pouco seu significado original.

Essa palavra é formada pela junção do prefixo arc, com o radical tipo, que significa modelo.

Arc como na palavra arcaico, representa antigo. Então numa primeira abordagem arquétipo seria um “tipo antigo” ou “forma antiga”.

Jung usou essa palavra para designar estruturas antigas na psique que estariam no inconsciente mais profundo, que ele chamou de inconsciente coletivo. Ele deu caracterização humanizada a alguns destes arquétipos. Por exemplo, Ânima e Animus, O Velho Sábio, O Herói, etc.. Ele fez isso após uma longa observação no conteúdo de manifestações culturais de vários povos e delírios de pacientes psiquiátricos, sobretudo, esquizofrênicos. Para Jung os arquétipos são estruturas psíquicas organizadas, relativamente autônomas, que compõe o ser humano em sua totalidade, desde o físico, passando pelo mental, emocional e espiritual. Se pensarmos em termos de programação de computadores, os arquétipos seriam os programas básicos, anteriores até ao próprio sistema operacional. Seriam similares às rotinas que compõe a BIOS.

A palavra também foi usada por Platão, no sentido da ideia primordial. Algo que estaria no mundo transcendente do qual o nosso seria uma projeção incompleta deste mundo perfeito. Nosso mundo seria o chamado Mundo Manifesto. O mundo das formas perfeitas seria o Mundo das Ideias. Neste Mundo da Ideias, existiam, entre outras coisas, as formas básicas, tiradas da geometria euclidiana (a geometria que aprendemos na escola), como o ponto, a reta, o círculo os polígonos regulares (o triângulo, o quadrado, o pentágono, o hexágono, etc) e os sólidos e em especial os sólidos regulares, ou seja, sólidos cujas faces eram formadas por polígonos regulares de mesmo tipo.

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Depois de longos estudos, Platão descobriu que existiam cinco e somente cinco sólidos deste tipo, que ficaram conhecidos como sólidos platônicos, que são:

  1. O cubo, sólido com seis faces quadradas, que ele associou ao elemento Terra no mundo manifesto;

  2. O icosaedro, sólido com 20 faces triangulares, que ele associou ao elemento Água no mundo manifesto;

  3. O octaedro, sólido com oito faces triangulares, que ele associou ao elemento Ar no mundo manifesto;

  4. O tetraedro, sólido com quatro faces triangulares, que ele associou ao elemento Fogo no mundo manifesto;

  5. O dodecaedro, sólido com 12 faces formadas por pentágonos, que ele associou ao Éter que corresponderia à quintessência ou ao cosmo, a alma do mundo.

Há ainda um sólido especial, formado por infinitos polígonos: a esfera, que poderia ser diminuída constantemente a até ser reduzida a um ponto, representando a Perfeição, ou aumentada indefinidamente abarcando todo o Universo.

As formas da geometria euclidiana eram usadas para compor todas as formas conhecidas, fosse um tijolo ou uma catedral e sua manipulação exigia um grande conhecimento do sagrado. Este conhecimento se transformou na Geometria Sagrada.

Os arcanos

Há uma outra palavra muito usada no meio esotérico: arcano.

O prefixo arc também o precede mas com outro significado: de oculto, um segredo, como na palavra arca, um tipo de baú com chave onde eram guardados objetos pessoais ou valiosos.

Os arcanos do Tarot seriam elementos que continham dentre de si segredos a serem desvendados apenas para os iniciados. Segundo alguns autores, estes segredos foram perdidos e o Tarot que conhecemos seria uma recriação a partir de dados pesquisados ou intuídos ao longo de séculos, que formaram a interpretação que temos hoje.

Uma pesquisa bastante extensa está no livro O Código Sagrado do Tarot, de Wilfried Houddouin, que consegue relacionar o Tarot de Marselha com a Geometria Sagrada, tal como era concebida na Idade Média.

 

Por outro lado e de certa forma complementado esta pesquisa, há o livro Jung e Tarot, de Sallie Nichols. Este livro relaciona os arcanos maiores e as cartas da corte com arquétipos junguianos e estabelece a Jornada do Louco, com uma descrição semelhante à Jornada do Herói, descrita por Joseph Campbell em seu livro O Herói de Mil Faces, que seria um dos caminhos da individuação proposta por Jung.

Jung e o Tarot

Sallie Nichols nos apresenta a jornada arquetípica de O Louco

O interessante a observar é que Platão não disse que só haviam formas em seu Mundo das Ideias, mas também que haviam conceitos, como O Homem Perfeito, retratado por Leonardo Da Vince como O Homem Vitruviano e Jung por sua vez nunca disse que todos os arquétipos poderiam ser apenas retratados por figuras humanizadas, mas poderiam também haver processos, como o que mantém o coração batendo. Aliás, as formas humanizadas seriam apenas um jeito de nos aproximarmos dos arquétipos para podermos saber que eles existem e lidarmos com eles.

Homem Vitruviano - Leonardo da Vince

O Homem Vitruviano de Leonardo da Vince

Os Arquétipos e o Tarot Psiônico

Quando desenvolvemos o Tarot Psiônico, verificamos que as ferramentas em si eram estruturas complexas e autônomas que poderia estar dissociadas das mesas radiônicas que lhe dava suporte. Experiencias de alguns operadores de mesa que também praticavam Rei Ki ou outros tipos de terapias energéticas, as ferramentas presentes nas mesas se incorporavam sozinhas ao repertório de símbolos, aparecendo na mente do operador quando faziam aplicação do Rei Ki.

Jung, aproximando-se da Alquimia e da Astrologia, coloca em tela o conceito de símbolo. Para ele, símbolo seria uma manifestação espontânea do inconsciente e uma forma de aproximação com os arquétipos. Entre os símbolos ele destaca a mandala.

O conceito junguiano de arquétipo tem como um de seus elementos o conceito de estruturas complexas e autônomas. Por outro lado, também se aproximavam do conceito platônico de ideia, uma forma ou modelo que transcende o mundo real e o determina. Ambos estes conceitos podem ser aplicados às ferramentas presentes nas mesas radiônicas e no Tarot Psiônico. Por exemplo, há os sólidos platônicos presentes na Mesa Cristalina e os portais, que estão relacionados tanto com as mandalas junguianas como com formas matemáticas presentes na Geometria Sagrada.

Entretanto, há uma diferença entre o pensamento de Platão e Jung. Para Platão, os arquétipos pré-existem antes de qualquer consciência humana. Jung não entra neste mérito. Para ele os Arquétipos existem no inconsciente coletivo da humanidade. Talvez hoje ele dissesse que está no DNA e evoluíram junto com a humanidade, mas é necessário que exista pelo menos um humano para que os arquétipos existam, como neste trecho do conto “Uma valsa na zona do crepúsculo”, de minha autoria, onde A Morte (um arquétipo) se posiciona exatamente sobre isso:

A Morte

Me julgava Imortal até que percebi onde realmente eu vivo. Eu vivo no Inconsciente Coletivo da Humanidade. Ele existe há séculos, tantos que eu não posso contar. E existirá por séculos ainda, tantos que também não poderei contar.

Mas um dia, o Último Homem morrerá, levando consigo para a zona além do crepúsculo o Inconsciente Coletivo Humanidade. E eu também atravessarei este último limiar. A Morte finalmente morrerá.

Nautilus

Tanto nas mesas radiônicas como no Tarot Psiônico, as ferramentas e as cartas têm uma aproximação forte com a simbologia platônica dada o uso da geometria sagrada. O uso desses símbolos como uma forma de modular energias e o fato de que todo o universo é formado por energia os aproxima. ainda mais.

Apesar de concentrado no ser humano, Jung não nega a transcendência. Mas, dada sua formação científica, ele se aproxima deste conhecimento com cautela. Na psicologia junguiana há uma função estruturante que Jung chama de função transcendente, aquela que é capaz de unir os opostos gerando um terceiro elemento que está acima e além dos outros dois. Por exemplo: o Infinito (representando o eterno devir) em relação ao Yin Yang (o movimento de energias opostas). De certa forma Jung também era platônico.

Então, as mesas radiônicas e o Tarot Psiônico estão trabalhando em ambos os níveis, o externo e cosmológico, representado pela filosofia platônica e os símbolos da Geometria Sagrada e o interno, através do conhecimento dos arcanos e dos arquétipos junguianos, tal qual o Tarot de Marselha nas visões de Sallie Nichols (Jung e o Tarot) e de Wilfried Houddouin (O Código Sagrado do Tarot).

 

Astrologia: Saindo dos Condicionamentos e alterando os aspectos negativos do mapa astral

Sou  operador da Mesa Radiônica Quântica e da Mesa Rede Cristalina. No atendimento como operador de Mesas Radiônicas senti falta de algo que me ajudasse no no diagnóstico, sobretudo no tratamento à distância. Foi então que me veio à mente usar a Astrologia para esta finalidade.

Assim, juntamente com Régia Prado, propus junto a IET Holística a criação de um curso de Astrologia para dar mais uma ferramenta para os terapeutas que operam mesas radiônicas.

O curso será ministrado dias 01/09/2015 e 08/09/2015, às 20:30 horas, hora de Brasília que corresponde a 02/09/2015 e 09/09/2015, às 00:30 , hora de Lisboa.

 

Astrologia Polaridades

Dentro da filosofia com que foram concebidas as mesas radiônicas, decidi então transformar a Astrologia em algo que possa ser mais uma ferramenta na mesa dos operadores, mesmo para aqueles que tivessem apenas um conhecimento mínimo de Astrologia.

Voltado para operadores de mesas radiônicas, este curso procurará, de forma libertária, mostrar que os condicionamentos que alguns convencionaram de chamar de destino, podem e devem ser superados. E uma das ferramentas para isso são as mesas radiônicas, como a Mesa Radiônica Quântica e a Mesa Rede Cristalina.

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Visando tanto operadores leigos em Astrologia como para o que já a conhecem, o curso se propõe a mostrar através de alguns conceitos básicos, como fazer desprogramações de aspectos negativos, anulando-os ou transmutando-os em positivos e também como aproveitar o máximo dos aspectos positivos.

Este curso terá como tópicos.

1) Os caracteres padrões dos signos ou porque um Aquariano planeja, um Ariano começa, um Virginiano controla e um Taurino termina.

2) Os planetas e luminares nos influenciado ou por que eu fico nervoso se Marte está no meu signo?

3) Usando programas ou sites para construir um mapa astral. Uma ferramenta gratuita e um site confiável para você fazer suas experiências alquímicas combinando astrologia e as mesas radiônicas.

4) Focando na queixa do interagente: um passeio nas doze casas e diagnosticando o que está errado (e o que está certo também)

5) Beleza se põe na mesa. E astros e constelações também. Usando sua Mesa Radiônica ou Rede cristalina para resolver problemas através da Astrologia.

6) Um estudo de caso hipotético.

Serviço:

O que:              Astrologia: Saindo dos Condicionamentos e alterando os aspectos negativos do mapa astral
Quando:         dias 01/09/2015 e 08/09/2015, às 20:30 horas, hora de Brasília
.                           (que corresponde a 02/09/2015 e 09/09/2015, às 00:30 , hora de Lisboa).
Onde:              Para matricula e pagamento, acesse este link http://www.iet.pro.br/ct-astrologia_pt.htm

Para acesso a sala de aula – http://www.iet.pro.br/salas.htm

 Maiores informações:   http://www.iet.pro.br/contato.htm

Motivação: O que faz você sair da cama todas as manhãs?

acordando

Sete horas da manhã. Três pessoas em lugares diferentes escutam o seu despertador. A primeira, acorda, resmunga alguma coisa, aperta o botão “soneca” e vira para o outro lado. Após três cochilos, levanta-se de mal humor, lembrando-se de que se não for ou chegar atrasado vai perder o emprego. A segunda acorda de bom humor, pois sabe que mais um dia trabalhado será um dia a menos para suas férias que programou. Pensa na viagem que fará e isso o enche de energia. A terceira, levanta-se e repassa a agenda, lembrando-se do problema que pede sua ação. É um problema complexo que exigirá todo o seu talento. Isso faz ir confiante para o trabalho, pois um problema nunca é igual ao outro.

Temos aí três estilos de motivação: fugir da dor, ir em direção ao prazer e o desafio. Costumo brincar que nossa motivação é burro com a cenoura na frente (busca do prazer), um pepino atrás (fuga da dor) e uma cerca para pular (o desafio).

Qual deles é o seu? E como anda sua motivação hoje?

Fugindo da dor

A pessoa que se motiva por fugir da dor só vai fazer algo quando a dor de não fazer será maior que dor de fazer. A primeira pessoa, por exemplo, só saiu da cama quando lembrou-se da possibilidade de perder o emprego. Isso é um exagero sem dúvida. No dia a dia não fazemos conjeturas, pelo menos não tão elaboradas, mas, no fundo, estamos fugindo da dor quanto temos este comportamento.

Isso me faz lembrar da história, inúmeras vezes contada:

Um  cachorro estava deitado num chão de madeira ao lado de um  homem. O cão gemia agudamente sem que o homem se importasse. Uma moça, vendo o sofrimento do cão, aproximou-se do homem e disse:

 – Deve haver algo errado com seu cachorro.

 O homem espondeu pra ela:

 – É que onde ele está deitado tem um prego.

 A moça, inconformada, perguntou:

 – E por que ele não se levanta?

– Porque não está doendo suficiente para ele se levantar.

cachorro-velho

O cão  estava motivado para fugir da dor. Ele não se levantava porque a dor não era suficientemente grande para fazer uma ação diferente.

Este tipo de motivação é útil quando realmente um problema a ser feito que demanda uma ação nossa. Ou seja, quando o prego dói o suficiente. Há riscos neste tipo de motivação, se for tomada como um padrão comportamental. Um é que precisamos da dor para nos movimentar. Um exemplo disso é Elvis Presley. Quando ele estava bem financeiramente, ele não tinha motivação pra fazer seus shows. Então ele comprava alguma propriedade, que gerava uma dívida que ele não podia pagar. Então ele produzia um disco ou filme.

Esta história provavelmente é uma lenda urbana, mas se não for verdadeira, é muito boa como exemplo. É possível que nós inconscientemente façamos isso para nos manter motivados num emprego que não nos satisfaça ou numa relação destrutiva, por exemplo.

O outro risco é a resiliência. Grosso modo, resiliência é a capacidade de nos adaptarmos ao sofrimento. Ela é útil quando estamos numa situação da qual não podemos realmente fugir, numa catástrofe ou quando profissionalmente temos que lidar com a dor alheia (médicos, por exemplo).

Será que realmente este é um problema do qual eu não possa fugir? Ou será que não estou vendo alternativas por ter me acostumado à dor, como cão que preferia gemer a mudar de posição?

Isso pode ser chamado de “zona de conforto”. Estranho, não é? Estamos falando em dor e zona de conforto? Sim. A dor conhecia pode ser melhor do que a incerteza. Que virá no lugar pode ser melhor mas também pode ser pior. Um exemplo clássico: estou empregado e ganho razoavelmente bem, mas faço algo que detesto. Isso é uma dor ao qual já acostumei. Daí alguém me oferece uma sociedade num empreendimento, que será algo que gosta, com promessas de ganho após um de no mínimo o dobro que ganha onde trabalha. Nesse ano, é lógico, vai haver um investimento de tempo e dinheiro cujo retorno só virá no final. E também há um certo risco de algo dar errado. Aí está será preferível a dor que conheço do que a dor que eu não conheço (o risco de quebrar).

Todavia esta pode ser uma avaliação errônea. Não há nenhuma atividade que não tenha risco. Podemos ser demitidos do emprego, por exemplo. O empreendimento pode estar muito bem estruturado e o risco pode ter sido minimizado. Há o que se chama risco calculado: tentar ver uma alternativa caso o pior aconteça. Por exemplo: será que se não der certo eu consigo uma recolocação profissional? Se a resposta for não, desista do negócio e faça urgente um curso de reciclagem, pois o risco de perder o emprego é grande. Mesmo assim é uma mudança que o fará sair de sua zona de conforto.

Ir em direção a algo

Vamos ver a motivação de ir em direção a alguma coisa. Se eu tenho em mente o que eu quero e vou atrás isso me dará uma motivação, mesmo para fazer o que eu não gosto. Por exemplo, para fazer um jardim vou ter que carpir o terreno. Isso não é agradável, mas eu quero ver o jardim, eu capino. Vou economizar pra as férias do ano. Vou trabalhar para comprar um carro novo.

 

BURRO

O risco deste tipo de motivação é quanto se atinge a meta, ela se esvai. Vou contar uma história, para ilustrar:

Uma conhecida loja fez um prêmio regional, para estimular as vendas na região nordeste. O prêmio seria o melhor vendedor da região, com etapas, por loja, cidade, estado e de toda região. Um vendedor de uma das lojas, com desempenho mediano, começou a perseguir o prêmio ganhando todas as etapas até ser considerado o melhor vendedor do nordeste. Um mês de pois retornou ao mesmo nível de antes. O chefe de estranhou e perguntou:

 – E aquele entusiasmo todo? Onde foi parar?

 – É que eu já ganhei o prêmio – foi a resposta.

Um outro risco é  pessoa passar a perseguir objetivos apenas para ter algo, que despreza logo em seguida. Em si isto não é um problema a não ser que a pessoa um dia pare para avaliar sua vida e a sinta como vazia. O que ocorre com bastante frequência.

Buscando desafios

O terceiro tipo é o que busca desafios. Este tipo de motivação pode ser confundido como o segundo (ir em direção a alguma coisa) e de certa forma tem uma ligação. Por exemplo, imagine que o vendedor do exemplo acima não estivesse buscando o prêmio, mas uma forma de se superar. E o prêmio seria penas uma mostra de sua capacidade. Normalmente esta é a motivação dos atletas e dos gamers. 

Há uma variante também: o buscador de impossíveis. Vamos supor que no caso do vendedor acima, o chefe dele tenha dito, com um certo desdém, que era impossível para ele ter um prêmio de melhor vendedor da loja. Então ele prova o contrário, ganhando o prêmio regional. 

Atletas em geral são motivados desta forma: o desafio de superar ao si mesmo e ao adversário. 

O personagem Sherlock Holmes é bom exemplo disso. Ele só estava bem se tinha um enigma pra decifrar. 

O risco deste tipo de motivação é a necessidade de existir um desafio. Se ele não há como a pessoa age? Ela pode se acomodar ou se frustrar. Sherlock Holmes tinha crises de depressão se não tinha um caso para resolver.

O Quarto tipo

Qual realmente é o melhor tipo de motivação? Normalmente temos uma mistura de um ou mais tipos, embora um seja predominante. O ideal e imaginar o burrinho com pepinos, cenouras e cercas que o farão ir mais longe.

Entretanto há um quarto tipo de motivação. Se você reparou, em cada um dos jeitos de se motivar, o objeto da motivação acaba quando atingido. Se não há dor, não preciso fugir dela, se atingir aquilo que queria, tenho que procurar outra coisa, se não há desafio, fico parado.

 Vamos colocar um ingrediente a mais: o Propósito.

Viver vida com um propósito ou uma missão é quando escolhemos um motivo para que a nossa vida tenha um sentido e alinhamos nossas escolhas com este motivo, ou propósito.

Não um propósito qualquer, mas um propósito de alma, que nos definiria para o universo e principalmente para nós mesmos. Tendo um propósito de alma, pepinos, cenouras ou cercas passam a ser de menor importância dentro deste contexto.

Isso porque é ele que nos motiva e tudo desejarmos que estiver alinhado com nosso propósito (a cenoura e a cerca) flui naturalmente. Se por acaso nos desviamos deste propósito (aparece o pepino), tentaremos de tudo para voltar para ele.

Mas como descobrir o nosso propósito de alma?

No vídeo a seguir, de Régia Prado, uma gravação de um workshop feito em fevereiro de 2015, vemos um método para chegar neste propósito de uma maneira simples e até lúdica.

Comece a viver com um propósito!

A Mesa Radiônica Quântica

mesa radionica quântica

Dentre as ferramentas vibracionais usadas em diversas terapias holísticas, uma que vem se destacando é Mesa Radiônica Quântica.

Este instrumento, criado por Régia Prado, tem se revelado muito eficaz, trazendo resultados rápidos e superando as expectativas dos clientes.

Os princípios que nortearam sua criação estão assentados na radiestesia, na radiônica, na psiônica e na física quântica.

Este artigo visa conceituar e contextualizar este instrumento terapêutico dentro se suas linhas de pesquisa atuação.

Radiestesia, radiônica, psicotrônica, psiônica

A Radiestesia é uma arte que sua pêndulos para diagnósticos de diversas naturezas, tanto na prospecção de minerais (seu uso mais antigo), como no diagnóstico de doenças, pragas agrícolas, geopatologias, etc..

pendulo - Mesa Radiônica Quântica

O seu uso remonta há séculos (há pêndulos encontrados no Egito Antigo), mas sua sistematização ganhou relevância no final do século XIX e inicio do século XX.

Os radiestesistas, para explicar por que o uso dos pêndulos funcionava, atribuíram ao pêndulo e seu operador a capacidade de detetar uma emissão de frequência por parte de um objeto. Estes frequências seriam eletromagnéticas ou alguma energia similar mais sutil (dada dificuldade de detetar estas energias por outros meios).

O objeto em si não precisaria estar presente. Bastaria um testemunho, ou seja, por exemplo, a planta da casa, um fio de cabelo, uma fotografia.

Algumas pesquisas mostraram que o pêndulo é movido por micromovimentos involuntários do operador, chamados ideomotores. O que ocorre é uma percepção inconsciente do operador e ele a transmite ao pêndulo. Esta descoberta deu origem à radiestesia mentalista, onde o operador é que deteta o fenômeno e o transmite ao pêndulo por meio de movimentos involuntários.

A Radiônica é o uso de aparelhos eletro-eletrônicos para transmitir, amplificar e aplicar estas frequências em objetos ou testemunhos. Por exemplo, eu quero aplicar um remédio em uma pessoa à distância. Neste caso, eu coloco o remédio e um testemunho da pessoa numa máquina e faço uma transmissão por meio de um circuito eletrônico.

radionica - Mesa Radiônica Quântica

A psicotrônica é um termo empregado como se fosse um nome mais abrangente para parapsicologia. A psicotrônica seria a ciência que estudaria os fenômenos “psi”, ou seja, a telepatia, clarevidência, clariaudiência, psicocinese, precognicação, que seriam provocadas por supostas ondas “psi”. O termo foi cunhado nos anos 50 e ganhou popularidade nos anos 70, e foi muito empregado nos países do leste europeu, porém agora está em desuso. A razão pra o seu desuso está na ausência da detecção das chamadas ondas “psi” por outros meios que não os próprios fenômenos paranormais.

Por fim, temos a psiônica, que seria a prática ou o estudo dos fenômenos paranormais. A parapsicologia e a psicotrônica seriam os estudos e pesquisas acadêmicas ligados aos fenômenos paranormais, enquanto a psiônica seria a sua prática.

Algumas descrições de fenômenos paranormais são similares ao descrito como magia. A magia seria a imposição de uma intenção num processo ritual, para atingir-se um objetivo. Tirando-se a conotação supersticiosa da palavra, podemos imaginar que a parapsicologia seria uma tentativa de se estudar cientificamente a magia.

A Física Quântica

A retomada do estudo dos fenômenos psi foi o desenvolvimento da física quântica. Quando ela se mostrou estruturada, pareceu aos olhos dos parapsicólogos que ela poderia ser usada como arcabouço teórico para algumas de suas descobertas.

Os trabalhos de física quântica desconstruiram o Universo da forma que o conhecemos. Ao se estudar o átomo em seus menores componentes, a certeza de um  universo sólido desmorona. Passamos ver as coisas onde as probabilidades tomam o lugar dos eventos determinísticos.

fisica quantica

Um dos eventos da física quântica que mais chama a atenção é que os fenômenos dependem do observador. Por exemplo, a luz pode ser vista como uma onda eletromagnética e obedecerá as leis da propagação de ondas. Por outro lado, Einstein ganhou o um prêmio Nobel provando que a luz se comportava como um conjunto de partículas, os fótons. Mas então, ela é luz ou partícula?

O interessante é que seu eu montar o experimento para provar que a luz é uma partícula ela, se comportará como tal. Se eu montar esperando que ela se comporte como onda, é isso que ela fará!

Os físicos teóricos colocam a questão da seguinte forma: a luz é onda partícula ao mesmo tempo, ou melhor, têm a probabilidade de ser um ou outro. Quando alguém a observa, uma das duas probabilidades se colapsa.

Isso vai contra o senso comum, já que a realidade passa  ser determinada por uma consciência que observa.

Um história zen ajuda um pouco a compreender isso:

Um mestre zen, famoso por nunca errar uma resposta, foi desafiado por um discípulo esperto. O rapaz pegou um pássaro e o colocou em sua mão e perguntou:

— Mestre, o pássaro que tenho oculto na mão está vivo ou morto?

O discípulo pensou da seguinte forma “se ele responder que está vivo, eu o esmago e ele morre e o mostro morto, se ele responder que está morto, eu o solto, provando que está vivo.”

O mestre olhou para o discípulo, sorriu e disse:

— Será como o desejar!

 

mestre-discipulo mesa radiônica quântica

Se é necessário uma consciência para que uma das probabilidade se colapse, quem é o observador? O que remete a um mondô zen:

“Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém para ouvir, ela fez barulho?”

Há duas respostas possíveis: a realista, que é: “sim, ela ao cair provocou o fenômeno de som, mesmo que não houvesse ninguém ouvindo”. A outra, idealista, que diz: “barulho é um conceito e precisa ser percebido para existir, portanto, a árvore ao cair não fez barulho”.

Esse impasse é parcialmente resolvido quando se imagina que há duas realidades: a local, um universo que obedece as leis de Newton, portanto a árvore fez barulho e um Universo não-local, de onde nasce a observação, portanto, na não-localidade, a árvore não fez barulho.

floresta

Esse conceito se aproxima muito do conceito platônico de “Mundo das Ideias”.

Se olharmos para História do pensamento humano, sempre houve um movimento pendular entre o idealismo e o realismo. O Existencialismo, por exemplo, define essa questão do seguinte ponto de vista: “a existência precede a essência” (visão realista) e não “a essência precede a existência” (visão idealista).

Os cientistas relutam em passar para uma visão idealista, pois para eles significa abandonar séculos de um sistema de pensamento realista baseado na experimentação e eles são colocados diante do problema da existência ou não de um observador transcendente (que poderia ser chamado de Deus) ou apelar para um Universo Autoconsciente.

Entretanto, há um bom grupo de físico quânticos que ousa fazer a ponte entre a ciência e a espiritualidade. São sobretudo físicos hindus, como Depak Chopra e Amit Goswami, por terem uma tradição em sua cultura onde seus mitos parecem precursores das descobertas mais recentes da Física Quântica e da Cosmologia.

Um dos fenômenos da física quântica que vai ao encontro das pesquisas sobre fenômenos paranormais é o entrelaçamento quântico.

No entrelaçamento (ou emaranhamento) quântico duas ou mais partículas podem estar fortemente ligadas entre si de tal forma que se uma partícula sofre uma ação a outra, mesmo separada por uma grande distância, responderá. É o mesmo que dois irmãos gêmeos, separados ao nascer sem saber um do outro, sentissem dor ao mesmo tempo quando só um deles tivesse dado uma topada com o dedão do pé.

Isso poderia explicar fenômenos como a telepatia, que é independente da distância ou de anteparos entre os participantes, que eram difíceis de se explicar com um modelo baseado em ondas eletromagnéticas.

Ondas de forma, gráficos e mesas radiônicas

Durante o desenvolvimento da radiestesia foram criados gráficos usados tanto diagnóstico, como para cura.  Os gráficos são derivados do conceito de ondas de forma. Segundo este conceito , qualquer objeto projetaria por meio de vibrações ondas relacionadas com a sua forma que afetaria positiva ou negativamente o ambiente. Uma das ondas de forma mais conhecida é a emanada por miniaturas da pirâmide de Keops. Um exemplo fácil de entender são o cruzamento de duas vigas no teto de uma casa. Segundo os radiestesistas e geobiólogos, esta é uma fonte de energias negativas. Normalmente este ponto é evitado inconscientemente pelas pessoas, animais domésticos e até por moscas. Uma onda de forma positiva é a emanada pelas  as pilhas energéticas, formada pela sobreposição de semiesferas.

piramide de cobre

Os gráficos seriam projeções bidimencionais de objetos multidimencionais (três ou mais dimensões).

Os gráficos são usados na radiônica como objetos emissores de energia. Em ultima analise, os gráficos podem ser considerados testemunhos de objetos reais e atuam como tal. Segundo alguns praticantes de radiônica, até peças defeituosas dos aparelhos de que usam podem ser substituídas pelos seus símbolos gráficos, não interrompendo o funcionamento.

A mesas radiônicas surgiram para inicialmente para simplificar o uso dos gráficos. Conta-se que o termo surgiu durante uma das aulas de Juan Ribaut (um dos maiores divulgadores da Radiestesia no Brasil). Ele colou em uma mesa os gráficos que estava usando para poder mostrá-los a seus alunos. Ao erguer a mesa para turma disse:

— Temos aqui uma mesa radiônica…

Entre os presentes estava Manoel Mattos, interessado na técnica do psicogerador desenvolvido por Juan Ribot. Isso serviu de inspiração para Mattos, que criou a sua Mesa Radiônica. Posteriormente o próprio psicogerador fico sendo conhecido como a primeira mesa radiônica.

Uma definição simples para mesa radiônica seria:

Mesa Radiônica é uma reunião de gráficos radiônicos organizados de forma a facilitar o trabalho do radiestesista.

Ao pé da letra não seriam na realidade “radiônicas”, por não fazerem uso em nenhum momento de aparelhos eletrônicos. Como dependem da intenção e da capacidade de emissão da mente do operador, elas poderiam ser chamadas de psiônicas. Por razões históricas, o termo permanece.

Todavia, desde as primeiras, elas são mais que uma simples coleção de gráficos. Elas são também meios não só de receber como também de emitir radiações, usando-se o pêndulo ou não. Em muitas delas são abertos portais que atingem várias dimensões além da terceira.

Mesa Radiônica Quântica

mesa radionica rosa

Esta é uma mesa criada por Régia Prado, a partir do trabalho de Manoel Mattos, para auxiliar seu mestre José Marcial. A  mesa transcendeu sua função de ser um suporte ao trabalho de José Marcial e adquiriu o status de uma nova ferramenta.

Essa mesa evoluiu para uma forma mais aberta, onde as ferramentas passaram a ter um formato mais dinâmico.

mesa radionica media

Sua função pode ser entendida como de harmonizar o interagente (a pessoa que se submete ao tratamento posto pela mesa) com seu meio ambiente, colocando-o em ordem divina.

A ordem divina seria o que ´melhor para o caminho evolutivo da pessoa na Terra. Isso significa que o resultado será o que é o melhor para a pessoa numa determinada situação, visando sua evolução pessoal. Por exemplo, imaginemos que a uma mulher busque o auxílio de um terapeuta que usa mesa radiônica para tentar reatar um relacionamento desfeito.

O profissional, como qualquer terapeuta,  vai alertar, que não há garantias de que o relacionamento vai ser reatado, nem seria este o objetivo do tratamento. A mesa radiônica colocaria as coisas da vida da pessoa em ordem divina, ou seja, por exemplo reestabelecer a auto-estima, tirar a pessoa do estado depressivo causado pela quebra do relacionamento,  fortalecer a capacidade da pessoa em encontrar recursos para uma nova aproximação com a pessoa amada ou procurar outro relacionamento. Se a relação desfeita for prejudicial para a vida da pessoa, a mesa não fará nada ou até colocará mais distância entre a interagente e seu parceiro.

Se o parceiro não voltar, o tratamento “não deu certo”?  Todos temos como objetivo sermos felizes. Todavia nossas experiências não vem rotuladas antes de as vivermos como felizes ou infelizes, porém tendemos a a buscar sempre o mais cômodo, ainda que seja doloroso, para nós mesmos. A interagente no íntimo sabe que o seu parceiro dificilmente trará uma experiência melhor do que ele já deu no passado, porém pode ser que ela não consiga deixar este relacionamento ir embora com medo de provar algo novo. Talvez ela prefira o ruim conhecido do que o desconhecido (que pode melhor, mas também pode ser pior).  A Mesa neste caso pode trazer três resultados diferentes: a interagente desiste do antigo parceiro sem se preocupar em buscar alguém, a interagente pode começar um novo relacionamento ou manter o antigo, mas dentro de novas bases.

A ação da Mesa Radiônica

A Mesa Radiônica Quântica está inserida no contexto das terapias vibracionais e quânticas, já que lida com processos desta ordem. Tanto para o diagnóstico como para a solução dos problemas apresentados usa-se o recepção e o envio de frequências.

A Mesa Radiônica Quântica pode ser pensada como um computador onde existe uma barra de ferramentas, três formas de conexão (os portais) e uma ferramenta de diagnóstico (o relógio). Pode-se realizar a seção a partir de um tema geral (por exemplo, finanças) ou um tema específico (“como sair das dívidas que tenho agora?”) Numa mesma seção podem ser tratado mais de um tema.

Os temas tem que ser quantificados, normalmente em porcentagem,  para que possa ter uma mensuração radiestésica. Por exemplo: “entre 0 e 100 como anda a minha saúde?”).

A seção começa com a escolha do tema e a seguir, antes de qualquer coisa, deve-se perguntar por meio do pêndulo se é divina  a intervenção para aquele assunto para aquela pessoa. Se a resposta for não, é conveniente não seguir com a seção, pelo menos naquele momento. Se a pessoa insistir muito, lembre-a de que tudo pode ser feito, mas nem tudo é conveniente. O resultado pode acontecer como o desejado, mas nem sempre será o melhor para a pessoa. No exemplo do relacionamento, pode ocorrer o reatamento, mas os problemas que originaram a separação podem ser agravados. Se a mesa está sendo feita para terceiros (por exemplo, o filho do interagente) e a resposta for “não é divino”, a mesa não deve ser aberta. Se for, o risco é muito alto tanto para o interagente como para o terceiro escolhido.

O passo seguinte e abertura da mesa, seguida a conexão do operador com seu Eu Superior e com o Eu Superior do interagente.

Mede-se o tema. Em seguida escolhe-se uma a uma a ferramentas por meio do pêndulo, enviando-as para os portais. Quando a ferramenta do fechamento for escolhido, o tratamento foi encerrado.

Segundo relatos de clientes, resultados podem ser percebidos muito rapidamente, tando para o interagente em si como  o meio á sua volta. Por exemplo, uma pessoa há bastante tempo desempregada conseguiu uma recolocação muito rápida. Isso pode ser devido tanto à uma mudança de postura como à remoção de travas energéticas que bloqueavam as oportunidades.

Para saber mais:

Página Oficial de Régia Prado: http://www.regiaprado.com/

Curso On Line de Mesa Radiônica Quântica com Régia Prado: http://www.iet.pro.br/ct-mr_quantica.htm

 

 As imagens da Mesa Radiônica Quântica são propriedade de Régia Prado.

As imagens sem crédito foram obtidas na  internet, sem  menção de créditos