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O Tarot Psiônico, as Mesa Radiônicas e o Arquétipos

A partir do momento que eu coloquei o Tarot Psiônico de Ação Pulsada, algumas perguntas surgiram:

  • Qual seria a relação do Tarot Psiônico de Ação Pulsada com os arquétipos junguianos?

  • E a Geometria Sagrada, que relação tem com ele?

  • Onde estão as figuras dos arcanos maiores neste Tarot?

Vi então que este artigo era necessário. Não vou responder uma a uma mas deixarei claro os conceitos que o embasam. Alguns estiverem na minha mente e na de Régia Prado de forma consciente e outros, como todo processo criativo, de forma inconsciente.

Arquétipo

O termo arquétipo tem uma gama de interpretações variadas e algumas até equivocadas. Vou tentar resgatar um pouco seu significado original.

Essa palavra é formada pela junção do prefixo arc, com o radical tipo, que significa modelo.

Arc como na palavra arcaico, representa antigo. Então numa primeira abordagem arquétipo seria um “tipo antigo” ou “forma antiga”.

Jung usou essa palavra para designar estruturas antigas na psique que estariam no inconsciente mais profundo, que ele chamou de inconsciente coletivo. Ele deu caracterização humanizada a alguns destes arquétipos. Por exemplo, Ânima e Animus, O Velho Sábio, O Herói, etc.. Ele fez isso após uma longa observação no conteúdo de manifestações culturais de vários povos e delírios de pacientes psiquiátricos, sobretudo, esquizofrênicos. Para Jung os arquétipos são estruturas psíquicas organizadas, relativamente autônomas, que compõe o ser humano em sua totalidade, desde o físico, passando pelo mental, emocional e espiritual. Se pensarmos em termos de programação de computadores, os arquétipos seriam os programas básicos, anteriores até ao próprio sistema operacional. Seriam similares às rotinas que compõe a BIOS.

A palavra também foi usada por Platão, no sentido da ideia primordial. Algo que estaria no mundo transcendente do qual o nosso seria uma projeção incompleta deste mundo perfeito. Nosso mundo seria o chamado Mundo Manifesto. O mundo das formas perfeitas seria o Mundo das Ideias. Neste Mundo da Ideias, existiam, entre outras coisas, as formas básicas, tiradas da geometria euclidiana (a geometria que aprendemos na escola), como o ponto, a reta, o círculo os polígonos regulares (o triângulo, o quadrado, o pentágono, o hexágono, etc) e os sólidos e em especial os sólidos regulares, ou seja, sólidos cujas faces eram formadas por polígonos regulares de mesmo tipo.

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Depois de longos estudos, Platão descobriu que existiam cinco e somente cinco sólidos deste tipo, que ficaram conhecidos como sólidos platônicos, que são:

  1. O cubo, sólido com seis faces quadradas, que ele associou ao elemento Terra no mundo manifesto;

  2. O icosaedro, sólido com 20 faces triangulares, que ele associou ao elemento Água no mundo manifesto;

  3. O octaedro, sólido com oito faces triangulares, que ele associou ao elemento Ar no mundo manifesto;

  4. O tetraedro, sólido com quatro faces triangulares, que ele associou ao elemento Fogo no mundo manifesto;

  5. O dodecaedro, sólido com 12 faces formadas por pentágonos, que ele associou ao Éter que corresponderia à quintessência ou ao cosmo, a alma do mundo.

Há ainda um sólido especial, formado por infinitos polígonos: a esfera, que poderia ser diminuída constantemente a até ser reduzida a um ponto, representando a Perfeição, ou aumentada indefinidamente abarcando todo o Universo.

As formas da geometria euclidiana eram usadas para compor todas as formas conhecidas, fosse um tijolo ou uma catedral e sua manipulação exigia um grande conhecimento do sagrado. Este conhecimento se transformou na Geometria Sagrada.

Os arcanos

Há uma outra palavra muito usada no meio esotérico: arcano.

O prefixo arc também o precede mas com outro significado: de oculto, um segredo, como na palavra arca, um tipo de baú com chave onde eram guardados objetos pessoais ou valiosos.

Os arcanos do Tarot seriam elementos que continham dentre de si segredos a serem desvendados apenas para os iniciados. Segundo alguns autores, estes segredos foram perdidos e o Tarot que conhecemos seria uma recriação a partir de dados pesquisados ou intuídos ao longo de séculos, que formaram a interpretação que temos hoje.

Uma pesquisa bastante extensa está no livro O Código Sagrado do Tarot, de Wilfried Houddouin, que consegue relacionar o Tarot de Marselha com a Geometria Sagrada, tal como era concebida na Idade Média.

 

Por outro lado e de certa forma complementado esta pesquisa, há o livro Jung e Tarot, de Sallie Nichols. Este livro relaciona os arcanos maiores e as cartas da corte com arquétipos junguianos e estabelece a Jornada do Louco, com uma descrição semelhante à Jornada do Herói, descrita por Joseph Campbell em seu livro O Herói de Mil Faces, que seria um dos caminhos da individuação proposta por Jung.

Jung e o Tarot

Sallie Nichols nos apresenta a jornada arquetípica de O Louco

O interessante a observar é que Platão não disse que só haviam formas em seu Mundo das Ideias, mas também que haviam conceitos, como O Homem Perfeito, retratado por Leonardo Da Vince como O Homem Vitruviano e Jung por sua vez nunca disse que todos os arquétipos poderiam ser apenas retratados por figuras humanizadas, mas poderiam também haver processos, como o que mantém o coração batendo. Aliás, as formas humanizadas seriam apenas um jeito de nos aproximarmos dos arquétipos para podermos saber que eles existem e lidarmos com eles.

O interessante a observar é que Platão não disse que só haviam formas em seu Mundo das Ideias, mas também que haviam conceitos, como O Homem Perfeito, retratado por Leonardo Da Vince como O Homem Vitruviano e Jung por sua vez nunca disse que todos os arquétipos poderiam ser apenas retratados por figuras humanizadas, mas poderiam também haver processos, como o que mantém o coração batendo. Aliás, as formas humanizadas seriam apenas um jeito de nos aproximarmos dos arquétipos para podermos saber que eles existem e lidarmos com eles.

Homem Vitruviano - Leonardo da Vince

O Homem Vitruviano de Leonardo da Vince

Os Arquétipos e o Tarot Psiônico

Quando desenvolvemos o Tarot Psiônico, verificamos que as ferramentas em si eram estruturas complexas e autônomas que poderia estar dissociadas das mesas radiônicas que lhe dava suporte. Experiencias de alguns operadores de mesa que também praticavam Rei Ki ou outros tipos de terapias energéticas, as ferramentas presentes nas mesas se incorporavam sozinhas ao repertório de símbolos, aparecendo na mente do operador quando faziam aplicação do Rei Ki.

Jung, aproximando-se da Alquimia e da Astrologia, coloca em tela o conceito de símbolo. Para ele, símbolo seria uma manifestação espontânea do inconsciente e uma forma de aproximação com os arquétipos. Entre os símbolos ele destaca a mandala.

O conceito junguiano de arquétipo tem como um de seus elementos o conceito de estruturas complexas e autônomas. Por outro lado, também se aproximavam do conceito platônico de ideia, uma forma ou modelo que transcende o mundo real e o determina. Ambos estes conceitos podem ser aplicados às ferramentas presentes nas mesas radiônicas e no Tarot Psiônico. Por exemplo, há os sólidos platônicos presentes na Mesa Cristalina e os portais, que estão relacionados tanto com as mandalas junguianas como com formas matemáticas presentes na Geometria Sagrada.

Entretanto, há uma diferença entre o pensamento de Platão e Jung. Para Platão, os arquétipos pré-existem antes de qualquer consciência humana. Jung não entra neste mérito. Para ele os Arquétipos existem no inconsciente coletivo da humanidade. Talvez hoje ele dissesse que está no DNA e evoluíram junto com a humanidade, mas é necessário que exista pelo menos um humano para que os arquétipos existam, como neste trecho do conto “Uma valsa na zona do crepúsculo”, de minha autoria, onde A Morte (um arquétipo) se posiciona exatamente sobre isso:

A Morte

Me julgava Imortal até que percebi onde realmente eu vivo. Eu vivo no Inconsciente Coletivo da Humanidade. Ele existe há séculos, tantos que eu não posso contar. E existirá por séculos ainda, tantos que também não poderei contar.

Mas um dia, o Último Homem morrerá, levando consigo para a zona além do crepúsculo o Inconsciente Coletivo Humanidade. E eu também atravessarei este último limiar. A Morte finalmente morrerá.

Nautilus

Tanto nas mesas radiônicas como no Tarot Psiônico, as ferramentas e as cartas têm uma aproximação forte com a simbologia platônica dada o uso da geometria sagrada. O uso desses símbolos como uma forma de modular energias e o fato de que todo o universo é formado por energia os aproxima. ainda mais.

Apesar de concentrado no ser humano, Jung não nega a transcendência. Mas, dada sua formação científica, ele se aproxima deste conhecimento com cautela. Na psicologia junguiana há uma função estruturante que Jung chama de função transcendente, aquela que é capaz de unir os opostos gerando um terceiro elemento que está acima e além dos outros dois. Por exemplo: o Infinito (representando o eterno devir) em relação ao Yin Yang (o movimento de energias opostas). De certa forma Jung também era platônico.

Então, as mesas radiônicas e o Tarot Psiônico estão trabalhando em ambos os níveis, o externo e cosmológico, representado pela filosofia platônica e os símbolos da Geometria Sagrada e o interno, através do conhecimento dos arcanos e dos arquétipos junguianos, tal qual o Tarot de Marselha nas visões de Sallie Nichols (Jung e o Tarot) e de Wilfried Houddouin (O Código Sagrado do Tarot).

 

Astrologia, oráculos, terapias: como alteram o “destino”?

Astrologia

Pratico vários oráculos há muito tempo. Comecei com o Tarot, passei pelo Lenormand (o baralho “cigano”), leitura de mão, I Ching, numerologia e astrologia. Acabei aprendendo terapias alternativas, começando pelo Reiki, florias e cura quântica e cheguei às mesas radiônicas.

Uma coisa que percebi nos consulentes (termo tomado da cartomancia) é que mesmo que a leitura fosse precisa, o que eles desejavam era uma interferência direta em suas vidas e esperavam isso do oráculo.

A postura do oraculista normalmente é a célebre frase “as cartas não mentem jamais” reforçando uma crença, mesmo no ateu mais renitente, de que o destino é imutável. Isso é particularmente notável na astrologia e na numerologia. Há quem a cada acontecimento importante da vida vá consultar o mapa astral para ver que influências astrais estavam presentes naquele momento, às vezes para justificar uma besteira que fez.

cartomante2

 

Então eu me perguntei: se existe influência astrológica, onde ela está?

Se nascemos com um mapa astral gravado o local mais provável é o DNA. Lembrei-me das 12 camadas do DNA, que tem sido difundidas no meio esotéricos pelos canalizadores da entidade Kryon. A primeira camada seria o DNA como a ciência oficial conhece e as outras estariam em níveis mais sutis.

Então o mapa astral estaria gravado numa destas camadas? Talvez.

Como operador da Mesa Cristalina, que desdobra o DNA em suas doze camadas pra desprogramá-lo e reprogramá-lo, percebi, que se eu estivesse certo, poderia agir para mudar parâmetros do mapa astral, simplesmente desprogramando aspectos negativos e positivos e resolvi experimentar, obtendo resultados positivos com esta abordagem.

Um outro “local” de armazenamento seria o Inconsciente Coletivo e isso explicaria algumas particularidades da Astrologia. Resolvi estudar a história da Astrologia e verifiquei que ela foi inventada por uma sociedade agrícola onde todos dependiam da terra, das estações e de fenômenos meteorológicos, alguns cíclicos, que podiam ser previstos observando-se primeiro o sol e a lua, depois os demais planetas (chamados assim por se moverem contra o céu estrelado, ao contrário das estrelas). Numa sociedade fortemente a agrícola, do rei ao camponês, todos dependiam de uma colheita fértil. Prever o que iria acontecer com a plantação determinava como todos viveriam.

Os signos então estariam vinculados às estações do ano, que mudariam a cada três signos. O primeiro, seria cardinal, que indicaria o início da estação, o segundo fixo (a estação em sua plenitude) e mutável, que indicaria o fim da estação já sentindo os efeitos da seguinte.

Os caráteres dos signos mudariam conforme a estação progredia. Áries é o iniciador, marcava o plantio, Touro a espera e o cuidado, Gêmeos, o que nota os primeiros sinais do verão.

Entretanto sou brasileiro e moro no hemisfério sul. Por que um ariano brasileiro seria igual a um ariano europeu?

Pensei então no inconsciente coletivo. Fomos colonizados por portugueses, que traziam séculos de história armazenados em seu inconsciente coletivo onde a Astrologia fazia parte.

astrologia santos da igreja

 

E lá está a Astrologia, junto com os arquétipos, os deuses de várias culturas, os santos da Igreja Católica, o simbolismo dos animais associados às estrelas e aos signos e o centésimo macaco.

Uma análise em profundidade de um mapa astral pode revelar quais arquétipos poderão estar presentes nos conflitos pessoais de uma pessoa e servir de base para uma consulta em qualquer terapia. Um bom ponto de partida.

Da mesma forma que alteramos o DNA em seus filamentos mais sutis, poderemos alterar o “destino” de alguém, desprogramando dados no seu inconsciente mais profundo, como propõe as terapias de vidas passadas, a análise junguiana, a psicanálise, homeostase quântica da essência e as mesas radiônicas.

Assim conseguiríamos de certa o que o consulente do início da explanação desejava, alterar sua realidade futura a partir de um oráculo. Não da forma mágica infantilizada “de que tudo vai ficar bem, do jeitinho que eu quero”, mas de uma forma em que o consulente (ou interagente, como se diz hoje) possa evoluir e libertar-se do seu “destino”, saindo de seus condicionamentos.

 

 

Astrologia: Saindo dos Condicionamentos e alterando os aspectos negativos do mapa astral

Sou  operador da Mesa Radiônica Quântica e da Mesa Rede Cristalina. No atendimento como operador de Mesas Radiônicas senti falta de algo que me ajudasse no no diagnóstico, sobretudo no tratamento à distância. Foi então que me veio à mente usar a Astrologia para esta finalidade.

Assim, juntamente com Régia Prado, propus junto a IET Holística a criação de um curso de Astrologia para dar mais uma ferramenta para os terapeutas que operam mesas radiônicas.

O curso será ministrado dias 01/09/2015 e 08/09/2015, às 20:30 horas, hora de Brasília que corresponde a 02/09/2015 e 09/09/2015, às 00:30 , hora de Lisboa.

 

Astrologia Polaridades

Dentro da filosofia com que foram concebidas as mesas radiônicas, decidi então transformar a Astrologia em algo que possa ser mais uma ferramenta na mesa dos operadores, mesmo para aqueles que tivessem apenas um conhecimento mínimo de Astrologia.

Voltado para operadores de mesas radiônicas, este curso procurará, de forma libertária, mostrar que os condicionamentos que alguns convencionaram de chamar de destino, podem e devem ser superados. E uma das ferramentas para isso são as mesas radiônicas, como a Mesa Radiônica Quântica e a Mesa Rede Cristalina.

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Visando tanto operadores leigos em Astrologia como para o que já a conhecem, o curso se propõe a mostrar através de alguns conceitos básicos, como fazer desprogramações de aspectos negativos, anulando-os ou transmutando-os em positivos e também como aproveitar o máximo dos aspectos positivos.

Este curso terá como tópicos.

1) Os caracteres padrões dos signos ou porque um Aquariano planeja, um Ariano começa, um Virginiano controla e um Taurino termina.

2) Os planetas e luminares nos influenciado ou por que eu fico nervoso se Marte está no meu signo?

3) Usando programas ou sites para construir um mapa astral. Uma ferramenta gratuita e um site confiável para você fazer suas experiências alquímicas combinando astrologia e as mesas radiônicas.

4) Focando na queixa do interagente: um passeio nas doze casas e diagnosticando o que está errado (e o que está certo também)

5) Beleza se põe na mesa. E astros e constelações também. Usando sua Mesa Radiônica ou Rede cristalina para resolver problemas através da Astrologia.

6) Um estudo de caso hipotético.

Serviço:

O que:              Astrologia: Saindo dos Condicionamentos e alterando os aspectos negativos do mapa astral
Quando:         dias 01/09/2015 e 08/09/2015, às 20:30 horas, hora de Brasília
.                           (que corresponde a 02/09/2015 e 09/09/2015, às 00:30 , hora de Lisboa).
Onde:              Para matricula e pagamento, acesse este link http://www.iet.pro.br/ct-astrologia_pt.htm

Para acesso a sala de aula – http://www.iet.pro.br/salas.htm

 Maiores informações:   http://www.iet.pro.br/contato.htm

A Mesa Radiônica Quântica

mesa radionica quântica

Dentre as ferramentas vibracionais usadas em diversas terapias holísticas, uma que vem se destacando é Mesa Radiônica Quântica.

Este instrumento, criado por Régia Prado, tem se revelado muito eficaz, trazendo resultados rápidos e superando as expectativas dos clientes.

Os princípios que nortearam sua criação estão assentados na radiestesia, na radiônica, na psiônica e na física quântica.

Este artigo visa conceituar e contextualizar este instrumento terapêutico dentro se suas linhas de pesquisa atuação.

Radiestesia, radiônica, psicotrônica, psiônica

A Radiestesia é uma arte que sua pêndulos para diagnósticos de diversas naturezas, tanto na prospecção de minerais (seu uso mais antigo), como no diagnóstico de doenças, pragas agrícolas, geopatologias, etc..

pendulo - Mesa Radiônica Quântica

O seu uso remonta há séculos (há pêndulos encontrados no Egito Antigo), mas sua sistematização ganhou relevância no final do século XIX e inicio do século XX.

Os radiestesistas, para explicar por que o uso dos pêndulos funcionava, atribuíram ao pêndulo e seu operador a capacidade de detetar uma emissão de frequência por parte de um objeto. Estes frequências seriam eletromagnéticas ou alguma energia similar mais sutil (dada dificuldade de detetar estas energias por outros meios).

O objeto em si não precisaria estar presente. Bastaria um testemunho, ou seja, por exemplo, a planta da casa, um fio de cabelo, uma fotografia.

Algumas pesquisas mostraram que o pêndulo é movido por micromovimentos involuntários do operador, chamados ideomotores. O que ocorre é uma percepção inconsciente do operador e ele a transmite ao pêndulo. Esta descoberta deu origem à radiestesia mentalista, onde o operador é que deteta o fenômeno e o transmite ao pêndulo por meio de movimentos involuntários.

A Radiônica é o uso de aparelhos eletro-eletrônicos para transmitir, amplificar e aplicar estas frequências em objetos ou testemunhos. Por exemplo, eu quero aplicar um remédio em uma pessoa à distância. Neste caso, eu coloco o remédio e um testemunho da pessoa numa máquina e faço uma transmissão por meio de um circuito eletrônico.

radionica - Mesa Radiônica Quântica

A psicotrônica é um termo empregado como se fosse um nome mais abrangente para parapsicologia. A psicotrônica seria a ciência que estudaria os fenômenos “psi”, ou seja, a telepatia, clarevidência, clariaudiência, psicocinese, precognicação, que seriam provocadas por supostas ondas “psi”. O termo foi cunhado nos anos 50 e ganhou popularidade nos anos 70, e foi muito empregado nos países do leste europeu, porém agora está em desuso. A razão pra o seu desuso está na ausência da detecção das chamadas ondas “psi” por outros meios que não os próprios fenômenos paranormais.

Por fim, temos a psiônica, que seria a prática ou o estudo dos fenômenos paranormais. A parapsicologia e a psicotrônica seriam os estudos e pesquisas acadêmicas ligados aos fenômenos paranormais, enquanto a psiônica seria a sua prática.

Algumas descrições de fenômenos paranormais são similares ao descrito como magia. A magia seria a imposição de uma intenção num processo ritual, para atingir-se um objetivo. Tirando-se a conotação supersticiosa da palavra, podemos imaginar que a parapsicologia seria uma tentativa de se estudar cientificamente a magia.

A Física Quântica

A retomada do estudo dos fenômenos psi foi o desenvolvimento da física quântica. Quando ela se mostrou estruturada, pareceu aos olhos dos parapsicólogos que ela poderia ser usada como arcabouço teórico para algumas de suas descobertas.

Os trabalhos de física quântica desconstruiram o Universo da forma que o conhecemos. Ao se estudar o átomo em seus menores componentes, a certeza de um  universo sólido desmorona. Passamos ver as coisas onde as probabilidades tomam o lugar dos eventos determinísticos.

fisica quantica

Um dos eventos da física quântica que mais chama a atenção é que os fenômenos dependem do observador. Por exemplo, a luz pode ser vista como uma onda eletromagnética e obedecerá as leis da propagação de ondas. Por outro lado, Einstein ganhou o um prêmio Nobel provando que a luz se comportava como um conjunto de partículas, os fótons. Mas então, ela é luz ou partícula?

O interessante é que seu eu montar o experimento para provar que a luz é uma partícula ela, se comportará como tal. Se eu montar esperando que ela se comporte como onda, é isso que ela fará!

Os físicos teóricos colocam a questão da seguinte forma: a luz é onda partícula ao mesmo tempo, ou melhor, têm a probabilidade de ser um ou outro. Quando alguém a observa, uma das duas probabilidades se colapsa.

Isso vai contra o senso comum, já que a realidade passa  ser determinada por uma consciência que observa.

Um história zen ajuda um pouco a compreender isso:

Um mestre zen, famoso por nunca errar uma resposta, foi desafiado por um discípulo esperto. O rapaz pegou um pássaro e o colocou em sua mão e perguntou:

— Mestre, o pássaro que tenho oculto na mão está vivo ou morto?

O discípulo pensou da seguinte forma “se ele responder que está vivo, eu o esmago e ele morre e o mostro morto, se ele responder que está morto, eu o solto, provando que está vivo.”

O mestre olhou para o discípulo, sorriu e disse:

— Será como o desejar!

 

mestre-discipulo mesa radiônica quântica

Se é necessário uma consciência para que uma das probabilidade se colapse, quem é o observador? O que remete a um mondô zen:

“Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém para ouvir, ela fez barulho?”

Há duas respostas possíveis: a realista, que é: “sim, ela ao cair provocou o fenômeno de som, mesmo que não houvesse ninguém ouvindo”. A outra, idealista, que diz: “barulho é um conceito e precisa ser percebido para existir, portanto, a árvore ao cair não fez barulho”.

Esse impasse é parcialmente resolvido quando se imagina que há duas realidades: a local, um universo que obedece as leis de Newton, portanto a árvore fez barulho e um Universo não-local, de onde nasce a observação, portanto, na não-localidade, a árvore não fez barulho.

floresta

Esse conceito se aproxima muito do conceito platônico de “Mundo das Ideias”.

Se olharmos para História do pensamento humano, sempre houve um movimento pendular entre o idealismo e o realismo. O Existencialismo, por exemplo, define essa questão do seguinte ponto de vista: “a existência precede a essência” (visão realista) e não “a essência precede a existência” (visão idealista).

Os cientistas relutam em passar para uma visão idealista, pois para eles significa abandonar séculos de um sistema de pensamento realista baseado na experimentação e eles são colocados diante do problema da existência ou não de um observador transcendente (que poderia ser chamado de Deus) ou apelar para um Universo Autoconsciente.

Entretanto, há um bom grupo de físico quânticos que ousa fazer a ponte entre a ciência e a espiritualidade. São sobretudo físicos hindus, como Depak Chopra e Amit Goswami, por terem uma tradição em sua cultura onde seus mitos parecem precursores das descobertas mais recentes da Física Quântica e da Cosmologia.

Um dos fenômenos da física quântica que vai ao encontro das pesquisas sobre fenômenos paranormais é o entrelaçamento quântico.

No entrelaçamento (ou emaranhamento) quântico duas ou mais partículas podem estar fortemente ligadas entre si de tal forma que se uma partícula sofre uma ação a outra, mesmo separada por uma grande distância, responderá. É o mesmo que dois irmãos gêmeos, separados ao nascer sem saber um do outro, sentissem dor ao mesmo tempo quando só um deles tivesse dado uma topada com o dedão do pé.

Isso poderia explicar fenômenos como a telepatia, que é independente da distância ou de anteparos entre os participantes, que eram difíceis de se explicar com um modelo baseado em ondas eletromagnéticas.

Ondas de forma, gráficos e mesas radiônicas

Durante o desenvolvimento da radiestesia foram criados gráficos usados tanto diagnóstico, como para cura.  Os gráficos são derivados do conceito de ondas de forma. Segundo este conceito , qualquer objeto projetaria por meio de vibrações ondas relacionadas com a sua forma que afetaria positiva ou negativamente o ambiente. Uma das ondas de forma mais conhecida é a emanada por miniaturas da pirâmide de Keops. Um exemplo fácil de entender são o cruzamento de duas vigas no teto de uma casa. Segundo os radiestesistas e geobiólogos, esta é uma fonte de energias negativas. Normalmente este ponto é evitado inconscientemente pelas pessoas, animais domésticos e até por moscas. Uma onda de forma positiva é a emanada pelas  as pilhas energéticas, formada pela sobreposição de semiesferas.

piramide de cobre

Os gráficos seriam projeções bidimencionais de objetos multidimencionais (três ou mais dimensões).

Os gráficos são usados na radiônica como objetos emissores de energia. Em ultima analise, os gráficos podem ser considerados testemunhos de objetos reais e atuam como tal. Segundo alguns praticantes de radiônica, até peças defeituosas dos aparelhos de que usam podem ser substituídas pelos seus símbolos gráficos, não interrompendo o funcionamento.

A mesas radiônicas surgiram para inicialmente para simplificar o uso dos gráficos. Conta-se que o termo surgiu durante uma das aulas de Juan Ribaut (um dos maiores divulgadores da Radiestesia no Brasil). Ele colou em uma mesa os gráficos que estava usando para poder mostrá-los a seus alunos. Ao erguer a mesa para turma disse:

— Temos aqui uma mesa radiônica…

Entre os presentes estava Manoel Mattos, interessado na técnica do psicogerador desenvolvido por Juan Ribot. Isso serviu de inspiração para Mattos, que criou a sua Mesa Radiônica. Posteriormente o próprio psicogerador fico sendo conhecido como a primeira mesa radiônica.

Uma definição simples para mesa radiônica seria:

Mesa Radiônica é uma reunião de gráficos radiônicos organizados de forma a facilitar o trabalho do radiestesista.

Ao pé da letra não seriam na realidade “radiônicas”, por não fazerem uso em nenhum momento de aparelhos eletrônicos. Como dependem da intenção e da capacidade de emissão da mente do operador, elas poderiam ser chamadas de psiônicas. Por razões históricas, o termo permanece.

Todavia, desde as primeiras, elas são mais que uma simples coleção de gráficos. Elas são também meios não só de receber como também de emitir radiações, usando-se o pêndulo ou não. Em muitas delas são abertos portais que atingem várias dimensões além da terceira.

Mesa Radiônica Quântica

mesa radionica rosa

Esta é uma mesa criada por Régia Prado, a partir do trabalho de Manoel Mattos, para auxiliar seu mestre José Marcial. A  mesa transcendeu sua função de ser um suporte ao trabalho de José Marcial e adquiriu o status de uma nova ferramenta.

Essa mesa evoluiu para uma forma mais aberta, onde as ferramentas passaram a ter um formato mais dinâmico.

mesa radionica media

Sua função pode ser entendida como de harmonizar o interagente (a pessoa que se submete ao tratamento posto pela mesa) com seu meio ambiente, colocando-o em ordem divina.

A ordem divina seria o que ´melhor para o caminho evolutivo da pessoa na Terra. Isso significa que o resultado será o que é o melhor para a pessoa numa determinada situação, visando sua evolução pessoal. Por exemplo, imaginemos que a uma mulher busque o auxílio de um terapeuta que usa mesa radiônica para tentar reatar um relacionamento desfeito.

O profissional, como qualquer terapeuta,  vai alertar, que não há garantias de que o relacionamento vai ser reatado, nem seria este o objetivo do tratamento. A mesa radiônica colocaria as coisas da vida da pessoa em ordem divina, ou seja, por exemplo reestabelecer a auto-estima, tirar a pessoa do estado depressivo causado pela quebra do relacionamento,  fortalecer a capacidade da pessoa em encontrar recursos para uma nova aproximação com a pessoa amada ou procurar outro relacionamento. Se a relação desfeita for prejudicial para a vida da pessoa, a mesa não fará nada ou até colocará mais distância entre a interagente e seu parceiro.

Se o parceiro não voltar, o tratamento “não deu certo”?  Todos temos como objetivo sermos felizes. Todavia nossas experiências não vem rotuladas antes de as vivermos como felizes ou infelizes, porém tendemos a a buscar sempre o mais cômodo, ainda que seja doloroso, para nós mesmos. A interagente no íntimo sabe que o seu parceiro dificilmente trará uma experiência melhor do que ele já deu no passado, porém pode ser que ela não consiga deixar este relacionamento ir embora com medo de provar algo novo. Talvez ela prefira o ruim conhecido do que o desconhecido (que pode melhor, mas também pode ser pior).  A Mesa neste caso pode trazer três resultados diferentes: a interagente desiste do antigo parceiro sem se preocupar em buscar alguém, a interagente pode começar um novo relacionamento ou manter o antigo, mas dentro de novas bases.

A ação da Mesa Radiônica

A Mesa Radiônica Quântica está inserida no contexto das terapias vibracionais e quânticas, já que lida com processos desta ordem. Tanto para o diagnóstico como para a solução dos problemas apresentados usa-se o recepção e o envio de frequências.

A Mesa Radiônica Quântica pode ser pensada como um computador onde existe uma barra de ferramentas, três formas de conexão (os portais) e uma ferramenta de diagnóstico (o relógio). Pode-se realizar a seção a partir de um tema geral (por exemplo, finanças) ou um tema específico (“como sair das dívidas que tenho agora?”) Numa mesma seção podem ser tratado mais de um tema.

Os temas tem que ser quantificados, normalmente em porcentagem,  para que possa ter uma mensuração radiestésica. Por exemplo: “entre 0 e 100 como anda a minha saúde?”).

A seção começa com a escolha do tema e a seguir, antes de qualquer coisa, deve-se perguntar por meio do pêndulo se é divina  a intervenção para aquele assunto para aquela pessoa. Se a resposta for não, é conveniente não seguir com a seção, pelo menos naquele momento. Se a pessoa insistir muito, lembre-a de que tudo pode ser feito, mas nem tudo é conveniente. O resultado pode acontecer como o desejado, mas nem sempre será o melhor para a pessoa. No exemplo do relacionamento, pode ocorrer o reatamento, mas os problemas que originaram a separação podem ser agravados. Se a mesa está sendo feita para terceiros (por exemplo, o filho do interagente) e a resposta for “não é divino”, a mesa não deve ser aberta. Se for, o risco é muito alto tanto para o interagente como para o terceiro escolhido.

O passo seguinte e abertura da mesa, seguida a conexão do operador com seu Eu Superior e com o Eu Superior do interagente.

Mede-se o tema. Em seguida escolhe-se uma a uma a ferramentas por meio do pêndulo, enviando-as para os portais. Quando a ferramenta do fechamento for escolhido, o tratamento foi encerrado.

Segundo relatos de clientes, resultados podem ser percebidos muito rapidamente, tando para o interagente em si como  o meio á sua volta. Por exemplo, uma pessoa há bastante tempo desempregada conseguiu uma recolocação muito rápida. Isso pode ser devido tanto à uma mudança de postura como à remoção de travas energéticas que bloqueavam as oportunidades.

Para saber mais:

Página Oficial de Régia Prado: http://www.regiaprado.com/

Curso On Line de Mesa Radiônica Quântica com Régia Prado: http://www.iet.pro.br/ct-mr_quantica.htm

 

 As imagens da Mesa Radiônica Quântica são propriedade de Régia Prado.

As imagens sem crédito foram obtidas na  internet, sem  menção de créditos